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Serviços, contratação de diaristas

De 150 para 503 vendas em 30 dias, colocando a verba onde estava a receita

A empresa queria escalar o Google Ads e não sabia onde. Passou a enxergar quanto cada campanha e cada termo de pesquisa devolvia em receita, e a verba foi para o que vendia.

Cartões de métrica: 503 vendas no mês contra 150 no período anterior, alta de 235,3%, e ROAS de 4,85x no Google Ads.
503 vendas no mês, contra 150 no período anterior. Comparação de 30 dias contra os 30 dias anteriores.

A empresa vendia. O problema não era falta de resultado, era falta de clareza: ela queria colocar mais dinheiro no Google Ads e não sabia em qual campanha, em qual termo, nem quanto.

O problema

Uma empresa de intermediação de diaristas, com atendimento inteiro pelo WhatsApp, chegou com uma pergunta simples e sem resposta: onde colocar mais verba?

O painel do Google Ads mostrava cliques, custo e conversões. Só que a conversão registrada não distinguia quem virou cliente de quem só mandou uma mensagem e sumiu. Sem isso, escalar era apostar:

  • Não dava para saber qual campanha gerava receita, só qual gerava contato;
  • Não dava para saber qual termo de pesquisa trazia quem contrata, e qual trazia curioso;
  • Aumentar o orçamento significava aumentar tudo junto, o que vendia e o que não vendia.

É a situação mais comum em operação que fecha no WhatsApp: a venda acontece numa conversa que o Google Ads nunca enxerga.

O que foi feito

Implantamos o NODUS para fechar o circuito entre o clique e a venda. Cada lead passou a carregar a origem até o fim do atendimento, e a venda passou a voltar para as plataformas como conversão, com o valor real.

Com isso, três coisas ficaram visíveis pela primeira vez:

  • Receita por campanha, não custo por clique;
  • Receita por termo de pesquisa, separando quem contrata de quem só pergunta o preço;
  • O funil inteiro, de clique a conversa, a lead qualificado, a venda.

A decisão de verba deixou de ser feeling e passou a ser leitura. A empresa hoje aloca o orçamento na campanha e nos termos que devolvem receita, e reduz onde o dinheiro só compra clique.

O resultado

Comparando 30 dias contra os 30 dias anteriores:

  • 503 vendas no período, contra 150 no anterior. Alta de 235,3%;
  • 371 dessas vendas vieram de mídia paga rastreada (350 do Google Ads e 21 do Meta Ads). As demais vieram de outros canais da operação;
  • R$ 93.197,03 de receita atribuída à mídia, com R$ 19.536,13 investidos.

Google Ads: R$ 18.290,28 investidos, R$ 88.658,83 de receita, ROAS de 4,85x. Custo por venda de R$ 52,26.

Meta Ads: R$ 1.245,85 investidos, R$ 4.538,20 de receita, ROAS de 3,64x.

O funil do Google no período mostra onde a operação é forte: de 1.509 cliques, 75,5% iniciaram conversa, 59,7% dessas conversas viraram lead qualificado e 51,4% dos qualificados fecharam. Metade de todo lead qualificado vira venda.

A lição

Escalar investimento sem saber de onde vem a receita não é escalar, é aumentar a aposta. O gasto cresce na mesma proporção no que funciona e no que não funciona.

Você não escala o que não consegue medir. Escala o que consegue atribuir.

A mudança aqui não foi de criativo, de lance ou de segmentação. Foi passar a enxergar a venda, e com ela decidir onde o próximo real entra.

Retrato de Élcio Souza, especialista em rastreamento de conversões, Google Tag Manager e Google Ads, autor deste case.

Sobre o autor

Élcio Souza

Especialista em rastreamento de conversões e Google Tag Manager, com atuação em Google Analytics 4, GTM server-side e Google Ads. Neste projeto, foi ele quem fechou o circuito entre o clique e a venda, para que a decisão de verba passasse a ser tomada por receita de campanha e de termo de pesquisa, e não por custo por clique.

É criador do NODUS, plataforma de rastreamento de leads e conversões, e mantém certificações em Google Ads, GA4 e Google Tag Manager. Escreve sobre medição de mídia paga no blog.

Quer saber quais campanhas e termos realmente geram receita na sua conta?

Mostro como fechar o circuito entre o clique e a venda, para você escalar sabendo onde.

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